Numa altura em que os edifícios se vão lentamente alinhando na recém rasgada Avenida da Liberdade, a vida quotididana e as práticas de convívio dos alfacinhas ainda se fazem entre o Chiado e a Baixa.
É essencialmente neste triângulo que se situam os mais de dez teatros que funcionam na Lisboa republicana, número revelador da importância de uma arte, vivida enquanto ritual social ou como elemento de pura diversão.
Este volume percorre a vida teatral durante a Primeira República, revelando ao leitor de hoje factos e facetas diversificadas dos seus principais protagonistas : autores, peças e actores; críticos e público, não esquecendo os próprios espaços teatrais, herdados pela República.